terça-feira, 30 de setembro de 2014
Reflexões sobre educação
Para contribuir na comemoração crítica do dia do professor, os vídeos apresentam discussões sobre os desafios da educação e da escola. Indicado para educadores, pedagogos e professores de todos os níveis, estudantes de pedagogia, alunos das licenciaturas e todos aqueles interessados em pensar o ensino e s aprendizagem dentro e fora das salas de aula.
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segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Dia do professor, uma reflexão crítica
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Sociedade sem escolas http://bit.ly/1mEFa7V
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Os pais não têm tempo para as crianças e exigem que os professores assumam toda a responsabilidade pela educação de seus filhos. Professores de escolas particulares são orientados a tratar pais e alunos como clientes. E clientes sempre têm razão. Mas os pais e alunos não se veem apenas consumidores, eles se sentem patrões dos professores. E cobram metas e resultados como um gerente de loja de departamento.
Professores da rede pública sofrem na carne as mesmas ameaças e agressões físicas que os alunos sofrem em casa ou na rua. Eles estão cansados, deprimidos, irritados, desiludidos. Sentem medo, raiva e vergonha.
Professores têm que trabalhar três turnos para sustentar a família. De manhã em uma escola. De tarde em outra, e à noite, em casa, quando outros trabalhadores descansam, professores trabalham na escrivaninha. Sessenta, setenta, oitenta horas por semana. Sábados, domingos e feriados.
É verdade. O trabalho de estudar, planejar aulas, preparar e corrigir cem, duzentas, trezentas provas, preencher diários e revisar os exercícios dos alunos raramente é remunerado. E quando o professor recebe por esse trabalho, é um valor irrisório, desproporcional.
Muita gente acha que professor só deve ser pago pelas horas de trabalho dentro de sala de aula. E não precisa receber pelas horas extras de trabalho fora de sala de aula. O salário dos professores não é condizente com as exigências que a sociedade impõe ao seu trabalho.
Para exercer o seu trabalho de ensinar, os professores precisam comprar livros, assinar jornais e revistas, ir ao teatro, frequentar o cinema, viajar, participar de congressos. Precisam de tempo para estudar as novidades na sua área, pesquisar, escrever, publicar. E precisam de tempo para cuidar dos filhos, passear, namorar, descansar. E em geral, professores não tem tempo para isso.
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sábado, 29 de março de 2008
III Encontro das Licenciaturas
Já começaram os preparativos para o III Encontro das Licenciaturas.
Acessem o endereço: http://encontrolicenciaturasife2008.blogspot.com/
[]s
Janete
Acessem o endereço: http://encontrolicenciaturasife2008.blogspot.com/
[]s
Janete
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Minicurso: A música na sala de aula como prática interdisciplinar
A professora da UNIUBE Eliana Gonçalves da Silva Fonseca desenvolveu o minicurso: A música na sala de aula como prática interdisciplinar.
A prática pedagógica desenvolvida neste minicursao teve por objetivo vivenciar a interação de campos de saber para compreender a importância da música na escola. Foram realizadas discussões a respeito do referencial teórico e os cursistas trabalharam com música e outras expressões artísticas.
Na fotografia, a professora Eliana e algumas cursistas durante o minicurso.
Musicoludicriando- minicurso
O minicurso Musicoludicriando foi desenvolvido e realizado pelas professoras Ana Lídia Silva Teixeira, Andréa Oliveira Ferreira Silva e Áurea Martins de Sá Fernandes, da Escola Criativa de Uberaba.
Ao perguntar às professoras a respeito do objetivo do minicurso responderam: "Queremos despertar novas possibilidades de ação aos participantes do minicurso, através de brincadeiras, música e mediações entre o estabelecimento das relações das pessoas envolvidas para serem proprietárias de um sentido de educar que utiliza o lúdico como algo inerente aos seres humanos e não somente como algo utilitário. Considerando as interações sociais como forma privilegiada de criação de novas aprendizagens."
As fotografias foram tiradas durante o minicurso.
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Professora discutiu ensino de história e cultura africana
Rosa Margarida defendeu o uso da literatura para o estudo da cultura negra
Mafalda Veronez
Eliane Moratelli
Adine Cristina Souza Lemes
3º período de Jornalismo
Na sessão especial realizada no dia 20 de agoto, no anfiteatro 2D02, os participantes do Encontro de Licenciaturas discutiram a lei 10.639/03, que institui o ensino de história e cultura africana nas escolas brasileiras. Além do uso de livros de história, essa inclusão está sendo feita também através da literatura. E entre os vários títulos que já tratam do tema, a palestrante da noite, a professora Rosa Margarida Carvalho Rocha, mencionou obras como: “Menina Bonita do Laço de Fita”, de Ana Maria Machado; “A Ginga da Rainha”, de Íris Amâncio; “Compreender a África”, de Rui Moreira de Carvalho; e, ainda, “Alfabeto Negro”, de autoria da própria Rosa Margarida.
A palestra foi direcionada aos cursos de Letras e História, mas foi aberta ao público de todas as licenciaturas.
Mafalda Veronez
Eliane Moratelli
Adine Cristina Souza Lemes
3º período de Jornalismo
Na sessão especial realizada no dia 20 de agoto, no anfiteatro 2D02, os participantes do Encontro de Licenciaturas discutiram a lei 10.639/03, que institui o ensino de história e cultura africana nas escolas brasileiras. Além do uso de livros de história, essa inclusão está sendo feita também através da literatura. E entre os vários títulos que já tratam do tema, a palestrante da noite, a professora Rosa Margarida Carvalho Rocha, mencionou obras como: “Menina Bonita do Laço de Fita”, de Ana Maria Machado; “A Ginga da Rainha”, de Íris Amâncio; “Compreender a África”, de Rui Moreira de Carvalho; e, ainda, “Alfabeto Negro”, de autoria da própria Rosa Margarida.
A palestra foi direcionada aos cursos de Letras e História, mas foi aberta ao público de todas as licenciaturas.
Eventos debateram Diretrizes Curriculares
Daiane Leal
Leonardo Lopes
Grasiano de Souza
3 período de jornalismo
Com o tema “Diretrizes Curriculares da rede municipal de Uberaba para a Educação Infantil e Ensino Fundamental”, professoras universitárias e coordenadoras do Grupo de Estudos Diversificados de Temas Educacionais (GEDITE) discutiram como as diretrizes curriculares são utilizadas na prática. Elas falaram sobre as metas dentro das escolas, além de seus parâmetros na formação do aluno como cidadão. Participaram da mesa as professoras Eliana Salge, Nilza Pinheiro, Elisabeth Rodrigues da Cunha e Jeanne de Ávila. A mesa foi mediada pela professora Cláudia Gomes.
Ensino Médio
No Anfiteatro 2D-56, na mesa mediada pela professora Iolanda Rodrigues, as professoras Célia Maria Machado e Tenisziara de Moura falaram sobre Diretrizes Curriculares para Ensino Médio.
Foram debatidos temas como as matérias aplicadas em sala de aula e a aplicação da Lei de Diretrizes de Bases da Educação (LDB). Essa Lei refere-se aos Currículos Básicos Comuns (CBC), que enquadram o conteúdo mínimo ministrado em um ano letivo. Sendo assim, os CBCs permitem que professores unam conteúdos, promovendo estudos interdisciplinares e auxiliando o aprendizado dos alunos, pois, analisando dificuldades, o profissional pode formular um projeto mais adequado às necessidades de cada tipo de estudante.
Leonardo Lopes
Grasiano de Souza
3 período de jornalismo
Com o tema “Diretrizes Curriculares da rede municipal de Uberaba para a Educação Infantil e Ensino Fundamental”, professoras universitárias e coordenadoras do Grupo de Estudos Diversificados de Temas Educacionais (GEDITE) discutiram como as diretrizes curriculares são utilizadas na prática. Elas falaram sobre as metas dentro das escolas, além de seus parâmetros na formação do aluno como cidadão. Participaram da mesa as professoras Eliana Salge, Nilza Pinheiro, Elisabeth Rodrigues da Cunha e Jeanne de Ávila. A mesa foi mediada pela professora Cláudia Gomes.
Ensino Médio
No Anfiteatro 2D-56, na mesa mediada pela professora Iolanda Rodrigues, as professoras Célia Maria Machado e Tenisziara de Moura falaram sobre Diretrizes Curriculares para Ensino Médio.
Foram debatidos temas como as matérias aplicadas em sala de aula e a aplicação da Lei de Diretrizes de Bases da Educação (LDB). Essa Lei refere-se aos Currículos Básicos Comuns (CBC), que enquadram o conteúdo mínimo ministrado em um ano letivo. Sendo assim, os CBCs permitem que professores unam conteúdos, promovendo estudos interdisciplinares e auxiliando o aprendizado dos alunos, pois, analisando dificuldades, o profissional pode formular um projeto mais adequado às necessidades de cada tipo de estudante.
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